Peço a ti,
Minha Morena,
Um segundo
Repensar.
Pois de si
Virá discórdia,
Sem valor
Mais a se dar.
Nesse tempo
Minha Morena,
Tente ver
E acertar.
Pois adiante
Não há por quê
Ver só razões
Para chorar.
Deixe aqui,
Minha Morena,
Nossos sonhos
No passado.
Ando hoje
Acompanhado,
No presente,
Sem afago.
Para onde vai a crítica de arte?
21 horas atrás
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